Do não gostar à primeira vista até a missão de ensinar o Jiu-Jitsu; Veja a trajetória de Lucio Gallo

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Texto – JUnior Samurai

Experiente professor e competidor, Lucio Gallo contou um pouco de sua história no esporte, depois de ingressar e de primeira não gostar do esporte. “O interessante que meu primeiro contato com o jiu-jitsu foi através de um amigo meu que ele treinava lá no bairro, ele era daquele grupo lá da Norte Shopping e o professor era Marcos Moreno E aí ele montou academia aqui na Parangaba e aí para fazer volume me convidou para o aulão, me deu até um kimono de presente. Aí eu usei só essa vez o kimono e não gostei do esporte por causa de contato físico. Aí o kimono ficou jogado lá em casa por bem um ano, depois de um ano ele fez uma reforma na academia e eu fui para outro aulão onde acabei pegando o gosto. Por eu ser sempre leve assim magrinho sofri muito no começo, tinha vezes que eu cheguei até chorar de raiva por não consegui ganhar de ninguém, mas eu sempre fui orgulhoso eu tinha determinado meus objetivos, botei na cabeça que eu ia aprender que eu ia e aí eu me foquei nos treinos e nas competições. Com isso acabei conseguindo evoluir mais do que os alunos que já era mais antigo do que eu e eu fui um dos primeiros a pegar a faixa-preta na frente deles”.

Com o Jiu-Jitsu veio o respeito ao próximo, e o autocontrole, que na sequência entraram nos tatames competitivos. “Meu primeiro campeonato sempre inesquecível foi lá no norte-nordeste no Geo Dunas. Não fui campeão mais foi bom, fiquei com a segunda colocação”, contou.

“Ser Atleta ultrapassa o amor pela vitória, pela fama, pelo dinheiro ou simplesmente o amor pelo esporte uma pequena frase “Ser atleta é ser atleta sempre dentro e fora do tatame”, acrescentou o faixa-preta, que tem a missão de ensinar o Jiu-Jitsu para o maior número possível de pessoas e torna-las campeãs na vida.

“Nessa fase, o objetivo do treinamento é a aquisição de habilidades, temos quer ter vontade de passar o nosso humilde conhecimento. (Um bom professor deve ter em mente quais são os princípios e os principais objetivos ou seja – guia-lo durante o processo da vida)”, disse;

“É aquilo que construímos durante a vida, a luta por um objetivo, um ideal até mesmo ser uma referência para os alunos”, completou o atleta da Cicero Costha, que citou o legado que quer passar para os pupilos.

“Do modo como você treina, você jamais será nada mais do que um incômodo para seu oponente ou sua vida”, concluiu, sem antes deixar uma lição para o praticante de Jiu-Jitsu

“Nunca confiar em gente falsa são os que mais se aproxima nesse esporte a gente conquista mais pessoas falsas e que amigo de verdade que possa confiar isso eu senti na pele”;

“Obrigado meu Deus por ter colocado pessoas boas na minha vida e se eu sou essa pessoas hoje, é porque tive grandes professores… obrigado a todos. Agradecer também ao Meiaguarda por estar fazendo essa matéria resgatando um pouquinho de nós, oss”.

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